(Source: iliveinicehaven, via telhados-de-paris)
Terminamos tudo para sempre, outra vez.
Charles Bukowski (via louca-por-ti)
(Source: vidadebukowski, via telhados-de-paris)
(via maisvodka)
Sonhei que eu caía do vigésimo andar e não morria. Ganhava três milhões e meio de dólares na loteria e você me dizia com a voz terna, cheia de malícia, que me queria pra toda vida.
Cazuza (via g0fucker)
(Source: c-a-n-a-r-i-o, via g0fucker)
Vem comigo,
te carrego nos braços,
te ando em bons passos;
Te cuido.
{ suicidar-te }. (via i-have-feelings)
te carrego nos braços,
te ando em bons passos;
Te cuido.
(via i-have-feelings)
Vem, que eu te faço um cafuné aqui embaixo do edredom.Não vá dizer que cê não quer.
Diz que essa briga já passou e a gente pode se acertar,só pra cuidar do nosso amor.
-Scracho
(via daoravcs)
(Source: aveia-com-nescau, via aimeucu)
(Source: ilikegirlssexy, via 4everlesbian)
Acho graça nessa gente que, como eu, brinca de destilar o mundo e absorver o podre, dançar no silêncio e gritar durante as madrugadas, destruir o corpo e reinventar mantras de equilíbrio. De orar pela paz. E só causar terremotos. Sensibilidade é escassez e sentimentalismo é raridade: nós somos o pequenino e seleto, repletos de muito do que há em pouco. E rimos dessa praga que é viver olhando para as nuvens e descobrir no meio do céu outro universo, pisar na areia e olhar para as pegadas vendo o passado, beber do cálice da angústia só para transbordar intensidade. Na gente que sofre por dentro para poder sorrir por fora e não ser abatido pelo “real”, sobra, sobra, sobra. Ou falta, falta, falta. Tudo em mais. Ou em menos. E é por isso que eu mato e morro pelo equilíbrio desenfreado de não ser bem nem mal: Porque eu, eu, eu só oscilo. Porque eu, eu, eu sou abismo. E sou covarde demais para cair em mim. Então finjo que vou, mas retrocedo, então finjo que saro, mas corrôo, então finjo que restauro, mas depredo. Eu mato e morro no etéreo, no aéreo, no meu império de miséria e júbilo, para enfim viver do patético e antiético poético – meu segredo, regozijo e cova rasa.
Claudia Calado, sobre nós, os agraciados e condenados pelas nossas próprias mãos. (via balburdiar)
(Source: anjoinverso, via telhados-de-paris)
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